long
The Other People Place Ft. Mystic Tribe A.I. – Sunday Night Live At The Laptop Cafe (A classe máxima para abrir os caminhos)\
Unknown , Dj Slipm – BungEP [dp ...]
Tom Clark – Adult Membership
Youandewan – Thyme Capsules EP (A flutuação espacial que define a identidade da Fase 1)
Evan Baggs – Not A Story EP (também do peter asics)
Binh – ThisThat (na neds) -
Sweely – Bring It On (Global Swing) (O balanço de bateria mais elástico para fazer a pista andar)
Phil Stumpf – Stumpfam Apparat (O minimalismo de 2005 que limpa as melodias e prepara o terreno)
Zopelar (O calor dos sintetizadores analógicos e o sotaque de Chicago de alto nível)
Too Funk – Hotel Ibis
🌆 Lote 2: A Pressão e a Espinha Dorsal do Clube (Fase 2)
Compre em seguida: sem esses discos, o set não ganha o peso corporal e a densidade quadrada necessários antes da madrugada.
Munir Nadir – Dialectrick EP (A rampa de entrega e pressão máxima para abrir a Fase 2)
Booka Shade – Haleshop EP (BFM001 - 2013)
S & H – Ten Forty (1996) (O clássico da Plastic City que dá o tom "clube sofisticado" na montanha)
Leuroj – Stickmen (O miolo técnico e o groove robótico britânico que costura os blocos)
Florian Meindl – Debut EP (O Tech-House seco de 2006 focado 100% no quadril)
Swag – No Such Thing (Version) (Tech-House britânico de raiz, bumbo reto e sem frescura)
H_Foundation – New Funk Theory (Soma Quality, 2001) (O trator escocês, denso e hipnótico)
Jay Tripwire – The Tandoori King EP (Tango Recordings) (A percussão tribal/canandense que engorda o PA)
Lawnchair Generals – The Truth (LowDown Music) (Linha de baixo gorda da Costa Oeste americana)
🌌 Lote 3: O Portal e o Brilho Espacial (Fase 3)
Compre na sequência: as tracks a 130 BPM cheias de pads, texturas e arpejos para fazer a pista flutuar no frio de Gonçalves.
Breeder – Tyrantanic (Underexposed Mix) (1999) (A abertura cinematográfica de 10 minutos da Fase 3)
Sian – Red Cloud (Minilogue Remix) (2009) (A ponte mística essencial para limpar a pista)
Some Other People – Orbitality (Fabio Paras Remix) (1993)
Eversines – Gaze EP (Kalahari Oyster Cult) (O Neo-Trance moderno e profundo por um preço excelente)
Roza Terenzi – Ministry / Elsa – Web Glow (O frescor contemporâneo de subsolo após o bloco pesado)
Flora FM – Mycelination (TerraFirm) (Breakbeats espaciais que combinam perfeitamente com a natureza)
💥 Lote 4: As Armas Secretas e Amplificadores de Textura
Compre quando o miolo estiver pago: discos que dão o calço de aço e trazem dinâmicas pesadas pro set.
Mik Poynter – Fat Filters Vol:1 (Filtros analógicos pesados para a rampa de aceleração da Fase 3)
Planet JM – Cosmic Fruit (Lowmoneymusiclove) (House progressivo moderno com alma noventista)
Etnica – Polar E.P. (Pancada Goa/Sci-Fi classe A para o bloco psicodélico)
Land Between Grooves / Mike Monday – Electricity (2004) (Tech-House inteligente para esticar a Fase 2)
🛒 Lote 5: O "Chicote", Raridades e Ferramentas de Longo Prazo
Compre por último: discos incríveis, mas que cumprem funções que o restante do seu case já consegue cobrir nessa rampa.
Unknown Artist, Dj Slipmat – Bunga Bunga EP [dp ...]
Gherkin Jerks – Stomp The Beat (Raridade histórica do Larry Heard, luxo para o case)
Roman Flügel – Tracks On Delivery (Genial, mas com uma pegada mais experimental/IDM de audição)
DJ Dan & Grandadbob – Disco Hertz EP (2003) (Balanço quebrado de altíssima qualidade, mas a Fase 2 já está blindada)
Androgeny Featuring Michael M – Let's Talk About Me! (Fiercest Remix - Atitude de NY para dar susto na pista)
Omni A.M. – Kastmaster /
Bakked / New Members (Ferramentas de microhouse ótimas para sets mais longos)
Dan Piu / Dan Piu – Inside Universe /
Echomen / Echomen – Perpetual
Voy-E / BLUFF001 /
Velvet Spirit – Les Choses Grasses EP
Subfunk /
Omni A.M. New York Sessions (Joias de repertório para enriquecer a coleção com o tempo)
🌤️ Fase 1: Abertura: mente & groove (124 - 127 BPM) (22)
Os Gêneros: Deep House Tradicional (anos 90) ➔ Minimal / Microhouse ➔ Electro-Funk / Breakes elegantes.
A Vibe: O começo tem que ser elástico. Use o balanço orgânico de discos estilo Gene On Earth, Munir Nadir – Dialectrick EP, faixas de selos como Strictly Rhythm para esquentar o som do bar, Polythree – Stick Around
O Truque do Vinil: Ótimo momento para tocar aquelas tracks que têm introduções longas só de bateria, facilitando o ganho de confiança na monitoração da cabine.
6. Gabriel Ananda - For Love (2000) [limpar house]
8. S & H – Ten Forty (1996)
🌆 Fase 2: O Peso Corporal & Densidade de Clube (127 - 129 BPM) (23h a 23h45)
Os Gêneros: Tech House Clássico (anos 2000) ➔ Tribal / Progressive House Hypnotic.
A Vibe: O som sai da brisa mental e vai para o quadril. É aqui que entra o vinil do Undisputed Truth vs. Rebel Funk (Begin) ou o remix do Fabio Paras. A pista fica densa, quadrada, com foco nos tambores e nos sub-bass que tremem o chão.
A Transição: Use as viradas percussivas desses discos para amarrar os grooves sem precisar de grandes melodias.
Dusky - squeezer
Tony Thomas – Psyclick EP (2002) [A1 (Psyclick) ou a B1 (Ooyah)]
TILT - Seduction Of Orpheus (Tarrantella Vs Redanka Remix)
Ron's Mobile Disco – Pilabactor
Maetrik – Future Will Survive (original mix)
Process – Glider (Traum V38)
Blue Noise – Numbray
Trancesetters - The Saga (Drax & Gooding Mix) (Prog trance, holanda, 2001)
🌌 Fase 3: A Virada Espacial & Futurista (130 - 132 BPM) (pré-peak time)
Os Gêneros: Neo-Trance / Electro de Vanguarda ➔ Early Progressive Trance (Reino Unido).
A Vibe: É o momento Kalahari Oyster Cult / Roza Terenzi, Elsa
O som ganha sintetizadores espaciais, texturas ácidas (303) e pads flutuantes. A pista começa a "viajar" e a se concentrar na música.
O Truque do Vinil: Como o Progressive Trance antigo (tipo os discos do Breeder) tem breaks longos e bonitos, use esses breaks para descansar os pés da pista e subir o pitch dos próximos discos de leve sem que ninguém note a aceleração.
O Portal Espacial (Fase 3 - Início)
Breeder – Tyrantanic (Underexposed Mix) (1999) ➔ A GRANDE ABERTURA: 10 minutos de progressão absurda. O tapete vermelho para a segunda metade.
Ménage à Trois – Center Point (1998) ➔ Mantém o balanço progressivo britânico fino e espacial lá no alto.
O Bloco Analógico / Psicodélico de Berlim (O Miolo de Ouro)
Quirk – Tribodelic (Original Mix) (Transient - 45 RPM) ➔ O PRIMEIRO SUSTO: Você sai do Reino Unido e joga o Goa/Trance psicodélico de 45 rotações. O bumbo estala e o balanço muda completamente.
Some Other People – Orbitality (Fabio Paras Remix) (1993) ➔ O mestre Fabio Paras entra com aquela britpop/trance mística de 93, amaciando a psicodelia do Quirk.
Interface – Mysty Tunelands (ESP Records - 1993) ➔ Traz a crueza ácida holandesa old school, preparando a mente da pista.
Thomas Schumacher – Ficken? #3 (1996) ➔ O LOOP DE CONCRETO: O som endurece completamente. É o Techno seco de Berlim hipnotizando a pista em looping.
Tocharian – Circadian Rhythms
A Flutuação e o Neo-Trance Moderno
Way Out West – Intensify (2001) ➔ O RESPIRO: Você quebra o loop do Schumacher e abre esse break cinematográfico. A pista chora. Você usa o break para subir o pitch na maciota.
Roza Terenzi / Maara ➔ Aqui você joga o Neo-Trance/Prog House moderno de subsolo (como o Ministry of Wish). O som ganha frescor, grooves elásticos e texturas contemporâneas.]
Mik Poynter* – Fat Filters Vol:1Human Blue – The Clutch ➔ A psicodelia sueca entra com os arpejos correndo pelas paredes. O coração da galera acelera.
Emok & Jokke – More (Thomas Penton's Power Mix) (2005) ➔ O PESO DO GRAVE: Deixa a versão original de lado e solta o remix do Penton aqui. O soco no PA é moderno, agressivo, gordo e serve como o calço de aço final.
A Rampa de Aceleração Máxima e o Caos (O Clímax - Fase 4)
Transa – Enervate (Original Mix) (1998) ➔ A JOIA DA SUA CASA: O galope épico de Manchester assume o comando. Deixa o Christopher Lawrence guardado para outro set; a crueza de 98 do Transa conversa infinitamente melhor com o que vem a seguir.
The Age Of Love – The Age Of Love (Baby Doc Mix) (1997) ➔ A SUBIDA DA SIRENE: O Hard Trance ácido de Londres explode. A velocidade racha os 136-138 BPM. A pista está em ponto de bala.
The Shrink - Nervous Breakdown (Bulletproof Remix) Caos físico puro.
The Age Of Love – The Age Of Love (Jam & Spoon "Sign Of The Time" Mix) (1997) ➔ A CATARSE ESPIRITUAL: O encerramento monumental que desenhamos antes. A redenção da pista antes de você entregar o som para os Goas da madrugada.
☄️ Fase 4: O Ápice / A Hora do Caos
Os Gêneros: Goa Trance Noturno / Sci-Fi ➔ Hard Trance / Techno Analógico dos anos 90.
A Vibe: O pico da noite. Aqui você solta o bicho com o vinil do Zeta (14) - Flying Kuro ou a agressividade do Christopher Lawrence. É velocidade, psicodelia pura e energia máxima.
A Transição: No vinil, misturar Goa com Techno noventista é lindo porque ambos dividem a mesma crueza de timbres de bateria (Roland TR-909 e 808). O encaixe é perfeito.
Laughing Buddha – If You Think You're Psykik (Os primeiros lasers e a 303 entram engolindo o final do Jam & Spoon).
Etnica - the dominator
Germinating Seeds Of Doda – Psychododa ou Midas (Mantém a pegada ácida e o galope de fim de anos 90).
Alien Project – Midnight Sun (GMS Remix) (Acelera a dinâmica, trazendo o peso e as texturas da virada do milênio).
Parasense – Tape Label System (A escuridão russa, o ápice da fritação mental e o teto preto da noite).
God's Groove – Prayer One (1992) ➔ O GRAND FINALE DO PICO: É genial fechar o pico com essa track de 92, porque os cantos gregorianos e o misticismo do Hard Trance primitivo dão o tom de "ritual" perfeito para lavar a alma da pista antes da descida.
🌅 Fase 5: O Encerramento Flutuante (129 - 130 BPM)
Os Gêneros: Ambient House / Italo-Dream House ➔ Idm / Intelligent Techno.
A Vibe: A saideira. Em vez de terminar espancando, baixe um tom da agressividade e traga melodias nostálgicas e profundas para a galera ir embora flutuando (estilo as produções do 808 State ou Way Out West).
🌅 O Pouso da Nave e o Chill Out da Manhã
1. Trancesetters – Synergy (Kenneth Graham's Sigint Mix)
O papel dele: É a sua rampa de escape do Goa. A velocidade cai dos 135+ BPM para uns 128-129 BPM de forma orgânica. Os pads gigantes de Ambient House abraçam a pista exausta do Goa, limpando a agressividade e trazendo uma sofisticação espacial absurda enquanto o dia clareia.
2. Cristian Sarde – Light Eyes
O papel dele: A transição aqui é manteiga pura. Você mantém os 128 BPM, mas o som ganha aquele toque de Italo-Dream House nostálgico, com notas de sintetizador quentes que combinam perfeitamente com os primeiros raios de sol batendo na pista.
3) Nick Holder – Natty Dread Dub (2002)
4. Gene On Earth – Picture Disc
O papel dele: A última ginga corporal antes do transe desacelerar. O groove elástico e malandro do Gene On Earth bota os corpos que ainda resistem para balançar de leve. É aquela sensação gostosa de fim de festa onde ninguém quer ir embora, mas o ritmo já está mais relaxado.
🛋️ O Portal do Chill Out (A Descompressão Máxima)
Aqui o ritmo quebrado e reto de pista acaba e você entra no modo flutuação:
4.0 Hiver – Blue Aconite EP4. Gabriel Ananda – For Love (Lado B a 33 RPM) [O Gran Finale do Digger]
O papel dele: Você corta a batida de House do Gene on Earth e solta esse monstro em marcha lenta. Vindo do balanço do Gene, esse downtempo elástico, arrastado e espacial do Ananda vai parecer um abraço cósmico. As texturas analógicas ganham um espaço gigante na mente da galera, desacelerando os corações para a calmaria. Quem sintonizar que é o mesmo disco do início da noite vai pirar.
5. Enigma – Sadeness
O papel dele: A catarse final e o fechamento do ritual. Depois de ser totalmente hipnotizada e relaxada pelo Ananda a 33 RPM, a pista recebe as flautas de pan e os cantos gregorianos do Enigma como uma bênção coletiva. É a lavagem de alma definitiva para encerrar o long set com todo mundo flutuando na grama.
🧠 Case
Separe o Case por "Zonas de BPM": Não organize seus discos por gênero ou ordem alfabética. Divida a mala em 3 divisórias físicas: Discos de Warm-up (124-127), Discos de Transição/Peso (128-130) e Discos de Pico/Fritura (131-135). Na hora do calor da pista, isso salva vidas.
Comentários
Postar um comentário